Passar o ano... sem passas
Este deveria ser o primeiro post de 2023, mas vem com quase um mês de atraso, pois só agora me ocorreu escrever sobre o tema. Então é assim: pela primeira vez na vida não comi as doze passas na Passagem de Ano. É verdade. Pela primeira vez. E fica aqui registado para não me esquecer da data. Se será bom ou mau, só os próximos 365 dias (agora menos...) o dirão. O que me apraz dizer é que até aqui foram poucos, muito poucos, os desejos concretizados ao longo dos meus anos de existência.
Há quem diga que é um empurrão para o novo ano. Ao mesmo tempo que se comem as doze passas, pedem-se doze desejos por cada mês do novo ano. Haja saúde, paz, amor e algum dinheiro, mas não para gastos supérfluos, é o que se deseja para podermos continuar a sonhar e a alimentar a alma. Porque sei, por experiência própria, que isto não vai, decididamente, com passas. Infelizmente. Nem com champanhe. Sim, nem isso.
Desta vez, celebrei as doze badaladas com outra bebida, um licorzinho do bom, que tinha guardado cá em casa. Mera opção para fugir à tradição. Superstições à parte, veremos o que 2023 me reserva... Bom ano para todos!

